domingo, 7 de agosto de 2011

Reutilização do óleo de cozinha

A reutilização excessiva do óleo de cozinha de alimentos por restaurantes produz elementos tóxicos que podem causar doenças degenerativas, cardiovasculares e envelhecimento precoce, segundo o pesquisador Márcio Antônio Mendonça, do Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília (UnB). Mendonça analisou o óleo de fritura de quatro restaurantes do Distrito Federal, que servem quatro mil refeições por dia.

O óleo de fritura nesses estabelecimentos, constatou o pesquisador, chegava a apresentar acidez quatro vezes maior que o percentual de 0,3% permitido ao produto quando sai da fábrica. O índice de gordura saturada, acrescentou, também era três vezes maior do que o estabelecido pela lei. “O óleo perde seus constituintes naturais com a reutilização e forma compostos tóxicos, prejudiciais à saúde” afirmou Mendonça.

A reutilização excessiva do óleo também pode causar irritação na mucosa gástrica e piorar o estado de pessoas que tem gastrite, por exemplo, além de diminuir o valor nutritivo do alimento, segundo a nutricionista Elke Stedefeldt, da Associação Brasileira de Nutrição (Asbran).

Em uma pesquisa prévia para selecionar os restaurantes cujo óleo seria analisado, Mendonça encontrou alguns que usavam o mesmo óleo por até 20 dias. Os quatro selecionados para o estudo reutilizavam por até dez dias. Segundo ele, o óleo dos estabelecimentos estava em boas condições até o sexto dia de uso.

Elke recomenda que os restaurantes tenham uma forma de controlar a qualidade do óleo. “Hoje existe no mercado fitas que você pode utilizar no controle desse óleo. Elas avisam quando você deve descartá-lo, porque depende do alimento e do tempo de fritura. Há vários fatores que influem no tempo de troca desse óleo”. Elke e Mendonça recomendam que, em casa, o óleo seja descartado a cada fritura.

O consumidor pode identificar visualmente se o alimento foi frito em óleo velho, segundo Mendonça. “Um alimento frito no óleo novo fica com características de cor mais clara, mais crocante. Um alimento frito em um óleo já em processo de degradação fica com manchas escuras.”.

O Brasil ainda não tem uma lei sobre descarte do produto. “Hoje o dono de restaurante pode reutilizar o óleo quantas vezes ele quiser”, afirmou Mendonça. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem dez recomendações sobre o uso e descarte do óleo de cozinha. Entre elas, filtrar o material após o uso, jogá-lo fora se surgir espuma ou fumaça, aquecê-lo a, no máximo, 180ºC, evitar completar óleo velho com novo e não descartá-lo na rede pública.

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 25 de julho de 2011

CINECLUBE!!!!!

O Esp@ço Múltiplo agora tem cineclube!!!!!

Essa semana iremos apresentar "Milk - A voz da igualdade" do diretor  Gus Van Sant.

O longa será exibido na sede da Ong, nesta quarta-feira dia 27/07 às 20:00.

COMPAREÇAM!!!

Milk, um cara carismático e bem-humorado, muda-se de Nova Iorque para São Francisco em 1972, onde planejava com o namorado abrir uma loja de fotografia na rua Castro, onde à época os gays não eram bem recebidos. Milk resiste e em pouco tempo todo o bairro Castro torna-se referência na luta pelos direitos dos homossexuais. A luta de Milk o transformou em um líder político, comandando campanhas nacionais pelos direitos dos gays, recebendo inclusive apoios conservadores, como do então aspirante à presidência Ronald Reagan.

domingo, 10 de julho de 2011

Palco Giratório traz "No Pirex" à Paraíba


A segunda etapa do Projeto Palco Giratório versão 2011 traz a Paraíba o espetáculo “NO PIREX”, montado pela Companhia Armatrux, vinda de Belo Horizonte (MG) através do projeto nacional de circulação das artes cênicas desenvolvido pelo Serviço Social do Comércio. As apresentações estão confirmadas para João Pessoa e Campina Grande, respectivamente nos dias 27/07 e 30/07, a partir das 20 horas, tendo como locais o Teatro Santa Roza, na capital e Teatro do Sesc Centro, na “Rainha da Borborema”.
A atração local também está confirmada, trata-se do espetáculo “No Dia em que a Morte Bateu das Botas”, encenado pela Companhia Oxente, no dia 26/07, no Santa Roza, às 20 horas, com entrada franqueada ao público interessado.
A temporada do grupo mineiro incluirá ainda oficinas sobre “O Ator, o Objeto e a Cena” ministrados por integrantes do grupo nos dias: 26/07 em João Pessoa e 29/07 em Campina Grande.
O SESC Centro João Pessoa fica localizado à Rua Desembargador Souto Maior n° 291/Centro, fone: (83) 3208-3158. Já o SESC Centro Campina

sábado, 25 de junho de 2011

Universitário grava Documentário sobre Tibiri II e Esp@ço Múltiplo

Durante todo o dia de hoje, o universitário Glaúcio Souza gravou um documentário sobre Tibiri II e o Esp@ço Múltiplo. O documentário que tem como título Tibiri Carderno 2 - A parte que a TV não mostra, conta com depoimentos de artistas do bairro, como escritores, músicos, atores, artistas plásticos e frequentadores da Ong. 



O lançamento do documentário será no dia 23 de julho, às 19:00 horas, no Teatro Ivonaldo Rodrigues e desde já, todos estão convidados.

Projeto Ecoparade




 Ecobase do artista Dan Mabe, que ficará no Parque Burle Marx, no Panamby
INTERVENÇÃO URBANA
Ecoparade espalha ‘casas para lixo’ por São Paulo
A partir de 18 de junho, uma intervenção urbana tomará conta da cidade de São Paulo por três meses, para incentivar os cidadãos a destinar corretamente os materiais recicláveis que descartam
A ideia é simples, mas ainda dificilmente assimilada pela população: se cuidamos dos produtos que compramos, os guardamos bem na dispensa e na geladeira de casa, por que então descartar as embalagens de qualquer maneira, só porque estão vazias? Para Renato Becker, da empresa de educação para sustentabilidade Re9, devemos cuidar dos nossos resíduos da mesma forma como cuidados das nossas roupas, objetos ou outros bens de consumo. Isso porque nem tudo vira lixo após o uso e muito pode ser reaproveitado. Renato aplicou essa ideia ao idealizar o projeto Ecoparade, que a partir do dia 18 de junho invadirá oito áreas verdes de São Paulo.

A Ecoparade consiste em espalhar pontos de coleta de materiais recicláveis pela cidade para incentivar os cidadãos a encaminhar seu lixo da forma correta. Mas não se trata de lixeiras comuns. Além de ser uma solução ambiental, a intervenção urbana utiliza a arte para cumprir seu objetivo. As Ecobases, como são chamados esses pontos de coleta, foram criadas por artistas plásticos, grafiteiros e convidados.

Os materiais usados para construir as estruturas de dois metros de altura, que são semelhantes a uma pequena casa, também são, em sua maioria, recicláveis. Há, por exemplo, a Ecobase Jardim Vertical, de autoria de Eleonora Lins, que foi revestida com fibra de coco, capim e flores. Outro exemplo é a Ecobase Lousa, desenvolvida pela Re9, que terá lousa e giz para as pessoas deixarem mensagens. As "casinhas", como foram apelidadas por Renato, abrigam duas lixeiras cada, uma específica para o descarte de vidro e a outra destinada a papel, plástico, metal e embalagens "longa vida". Ao todo, elas têm capacidade para abrigar cerca de mil litros de resíduos.

[img1] A ideia para a Ecoparade teve inspiração em lixeiras semelhantes colocadas em um festival de jazz na Suíça, em que o descarte de lixo no chão era mínimo, para não dizer nulo. Os pontos de coleta revestidos de arte foram adaptados para o formato de casas. "Enxergamos uma iconografia mais forte, que é a questão do lar. As pessoas podem estabelecer essa relação subconsciente. Nas casinhas está a ideia de um armário onde os resíduos são gerados", afirmou o gestor ambiental durante apresentação do projeto à imprensa e convidados, realizada hoje, em São Paulo. Para ele, a arte é mais um incentivo e torna agradável o ato de destinar materiais.

A coleta e a destinação das latas de lixo das Ecobases para cooperativas de reciclagem serão feitas de acordo com o sistema de cada parque em que elas forem instaladas. São pontos das Ecobases a Praça Buenos Aires e os parques da Aclimação, Burble Max, Ibirapuera, Independência, Jardim da Luz e Trianon. Os resíduos encaminhados a cooperativas serão rastreados, através de um serviço de auditoria ambiental, e a organização da Ecoparede produzirá relatórios com amostragem sobre materiais e quantidade recolhida nesses locais. Os relatórios serão publicados no site do movimento*.
"Espero que a transformação na sociedade não seja simples e que cada pessoa seja responsável por aquilo que produz", disse Renato. E completou: "O único meio pelo qual vejo o funcionamento da logística reversa é o da responsabilidade compartilhada. Não acho que apenas o fabricante tem que pagar essa conta, os consumidores também devem ter participação no direcionamento dos materiais".
Para Olívio Guedes, diretor do Mube - Museu Brasileiro de Escultura e presidente do comitê curador da Ecoparade, o projeto é um "caminho diretor"’ para a educação da população: "Através da arte buscamos conquistar o viver bem e nos preocupar com o outro. Ao mesmo tempo, o lixo é dinheiro e pode ser reciclado". Além de Olívio e da Re9, fazem parte da curadoria da Ecoparade:
- Fabrício Dorado Soler, advogado especialista em Gestão Ambiental pela USP;
- Rafael Highraff, artista renomado com exposições em grandes galerias do mundo, e
- Coletivo 132, casa atelier que reúne artistas do grafite paulistano e internacional.

O movimento tem o apoio da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente. Para o secretário Eduardo Jorge, o projeto ajuda na questão da mudança de hábito dos consumidores que, segundo ele, é a mais difícil de trabalhar dentro da política de resíduos. "São Paulo produz 17 mil toneladas de lixo por dia e a Secretaria de Serviços, que cuida especificamente do lixo, consegue recolher tudo o que a cidade produz e descarta. Mas em relação a reciclagem, realmente estamos devendo. Reciclamos apenas entre 1% e 2% dos nossos resíduos. É uma crítica feita com razão. Como sociedade, também estamos devendo reduzir nossa quantidade de lixo", afirmou o secretário.

A Ecoparade ainda contou com a participação da Comissão Cidade Limpa da Prefeitura, que analisou o modo de exibição das marcas nas Ecobases e no material de divulgação do próprio evento, de acordo com a lei Cidade Limpa. Depois dos três meses da intervenção, será realizado um leilão com obras dos artistas convidados, replicadas na estrutura da Ecobase. O dinheiro arrecadado será revertido para entidades de escolha dos artistas.

*Ecoparade

INTERVENÇÃO URBANA 

Ecoparade espalha ‘casas para lixo’ por São Paulo

A partir de 18 de junho, uma intervenção urbana tomará conta da cidade de São Paulo por três meses, para incentivar os cidadãos a destinar corretamente os materiais recicláveis que descartam

A ideia é simples, mas ainda dificilmente assimilada pela população: se cuidamos dos produtos que compramos, os guardamos bem na dispensa e na geladeira de casa, por que então descartar as embalagens de qualquer maneira, só porque estão vazias? Para Renato Becker, da empresa de educação para sustentabilidade Re9, devemos cuidar dos nossos resíduos da mesma forma como cuidados das nossas roupas, objetos ou outros bens de consumo. Isso porque nem tudo vira lixo após o uso e muito pode ser reaproveitado. Renato aplicou essa ideia ao idealizar o projeto Ecoparade, que a partir do dia 18 de junho invadirá oito áreas verdes de São Paulo.

A Ecoparade consiste em espalhar pontos de coleta de materiais recicláveis pela cidade para incentivar os cidadãos a encaminhar seu lixo da forma correta. Mas não se trata de lixeiras comuns. Além de ser uma solução ambiental, a intervenção urbana utiliza a arte para cumprir seu objetivo. As Ecobases, como são chamados esses pontos de coleta, foram criadas por artistas plásticos, grafiteiros e convidados.

Os materiais usados para construir as estruturas de dois metros de altura, que são semelhantes a uma pequena casa, também são, em sua maioria, recicláveis. Há, por exemplo, a Ecobase Jardim Vertical, de autoria de Eleonora Lins, que foi revestida com fibra de coco, capim e flores. Outro exemplo é a Ecobase Lousa, desenvolvida pela Re9, que terá lousa e giz para as pessoas deixarem mensagens. As "casinhas", como foram apelidadas por Renato, abrigam duas lixeiras cada, uma específica para o descarte de vidro e a outra destinada a papel, plástico, metal e embalagens "longa vida". Ao todo, elas têm capacidade para abrigar cerca de mil litros de resíduos.

[img1] A ideia para a Ecoparade teve inspiração em lixeiras semelhantes colocadas em um festival de jazz na Suíça, em que o descarte de lixo no chão era mínimo, para não dizer nulo. Os pontos de coleta revestidos de arte foram adaptados para o formato de casas. "Enxergamos uma iconografia mais forte, que é a questão do lar. As pessoas podem estabelecer essa relação subconsciente. Nas casinhas está a ideia de um armário onde os resíduos são gerados", afirmou o gestor ambiental durante apresentação do projeto à imprensa e convidados, realizada hoje, em São Paulo. Para ele, a arte é mais um incentivo e torna agradável o ato de destinar materiais.

A coleta e a destinação das latas de lixo das Ecobases para cooperativas de reciclagem serão feitas de acordo com o sistema de cada parque em que elas forem instaladas. São pontos das Ecobases a Praça Buenos Aires e os parques da Aclimação, Burble Max, Ibirapuera, Independência, Jardim da Luz e Trianon. Os resíduos encaminhados a cooperativas serão rastreados, através de um serviço de auditoria ambiental, e a organização da Ecoparede produzirá relatórios com amostragem sobre materiais e quantidade recolhida nesses locais. Os relatórios serão publicados no site do movimento*.
"Espero que a transformação na sociedade não seja simples e que cada pessoa seja responsável por aquilo que produz", disse Renato. E completou: "O único meio pelo qual vejo o funcionamento da logística reversa é o da responsabilidade compartilhada. Não acho que apenas o fabricante tem que pagar essa conta, os consumidores também devem ter participação no direcionamento dos materiais".
Para Olívio Guedes, diretor do Mube - Museu Brasileiro de Escultura e presidente do comitê curador da Ecoparade, o projeto é um "caminho diretor"’ para a educação da população: "Através da arte buscamos conquistar o viver bem e nos preocupar com o outro. Ao mesmo tempo, o lixo é dinheiro e pode ser reciclado". Além de Olívio e da Re9, fazem parte da curadoria da Ecoparade:
- Fabrício Dorado Soler, advogado especialista em Gestão Ambiental pela USP;
- Rafael Highraff, artista renomado com exposições em grandes galerias do mundo, e
- Coletivo 132, casa atelier que reúne artistas do grafite paulistano e internacional.

O movimento tem o apoio da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente. Para o secretário Eduardo Jorge, o projeto ajuda na questão da mudança de hábito dos consumidores que, segundo ele, é a mais difícil de trabalhar dentro da política de resíduos. "São Paulo produz 17 mil toneladas de lixo por dia e a Secretaria de Serviços, que cuida especificamente do lixo, consegue recolher tudo o que a cidade produz e descarta. Mas em relação a reciclagem, realmente estamos devendo. Reciclamos apenas entre 1% e 2% dos nossos resíduos. É uma crítica feita com razão. Como sociedade, também estamos devendo reduzir nossa quantidade de lixo", afirmou o secretário.

A Ecoparade ainda contou com a participação da Comissão Cidade Limpa da Prefeitura, que analisou o modo de exibição das marcas nas Ecobases e no material de divulgação do próprio evento, de acordo com a lei Cidade Limpa. Depois dos três meses da intervenção, será realizado um leilão com obras dos artistas convidados, replicadas na estrutura da Ecobase. O dinheiro arrecadado será revertido para entidades de escolha dos artistas.

*Ecoparade
A ideia é simples, mas ainda dificilmente assimilada pela população: se cuidamos dos produtos que compramos, os guardamos bem na dispensa e na geladeira de casa, por que então descartar as embalagens de qualquer maneira, só porque estão vazias? Para Renato Becker, da empresa de educação para sustentabilidade Re9, devemos cuidar dos nossos resíduos da mesma forma como cuidados das nossas roupas, objetos ou outros bens de consumo. Isso porque nem tudo vira lixo após o uso e muito pode ser reaproveitado. Renato aplicou essa ideia ao idealizar o projeto Ecoparade,  que a partir do dia 18 de junho invadirá oito áreas verdes de São Paulo.

A Ecoparade consiste em espalhar pontos de coleta de materiais recicláveis pela cidade para incentivar os cidadãos a encaminhar seu lixo da forma correta. Mas não se trata de lixeiras comuns. Além de ser uma solução ambiental, a intervenção urbana utiliza a arte para cumprir seu objetivo. As Ecobases, como são chamados esses pontos de coleta, foram criadas por artistas plásticos, grafiteiros e convidados.

Os materiais usados para construir as estruturas de dois metros de altura, que são semelhantes a uma pequena casa, também são, em sua maioria, recicláveis. Há, por exemplo, a Ecobase Jardim Vertical, de autoria de Eleonora Lins, que foi revestida com fibra de coco, capim e flores. Outro exemplo é a Ecobase Lousa, desenvolvida pela Re9, que terá lousa e giz para as pessoas deixarem mensagens. As "casinhas", como foram apelidadas por Renato, abrigam duas lixeiras cada, uma específica para o descarte de vidro e a outra destinada a papel, plástico, metal e embalagens "longa vida". Ao todo, elas têm capacidade para abrigar cerca de mil litros de resíduos. 


domingo, 19 de junho de 2011

2011 é o Ano Internacional das Florestas

As florestas cobrem 31% de toda a área terrestre do planeta e têm responsabilidade direta na garantia da sobrevivência de 1,6 bilhões de pessoas e de 80% da biodiversidade terrestre. Pela importância que têm para o planeta, elas merecem ser mais preservadas e valorizadas e, por isso, a ONU declarou que 2011 será o Ano Internacional das Florestas

                                            Foto: Espaço Múltiplo - dez/2010 - Mata do Xem-Xem- Bayeux-PB

 

 

Desmatamento

Consequências do desmatamento

 - Extinção de espécies animais e vegetais;
 - Desequilibio no clima;
 - Assoreamento dos rios;
 - Poluição atmosférica;
 - Perda do conhecimento (sobre o uso das plantas);
 - Desabamentos.

 Motivos para prservar as matas 

- Fornecem madeiras e outros produtos como ervas para remédios, latéx;
- Influenciam o clima, tornando-o mais ameno e regulam a intensidade dos ventos;
- Regulam o fluxo das águas doces, das nascentes dos rios, igarapes, lagos e lagoas;
- Protegem o solo contra a erosão e o assoreamento dos rios;
- Abrigan em seu interior espécies d animais e vegetais raros e que estão em perigo de extinção. 

Denúncias: 1523 - Policia florestal


Preserve a natureza !

Foto:Espaço Múltiplo- junho/2011-Barriga Cheia - Santa Rita-PB